Dicson (Dicson Barbosa Galipi) disputou 1 eleição, em 2008, para vereador em Guarulhos/SP, com 110 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2008 para vereador em Guarulhos/SP, declarou R$ 35 mil em receitas: R$ 787 de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 16 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1 mil).
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 35 mil em receitas · R$ 35 mil em gastos contratados
Dicson declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Guarulhos (SP) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 35 mil em receitas: R$ 787 de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 16 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil).
partido e outras campanhas 2% · pessoas 42% · empresas 44% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 35 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 10 mil27,0%
Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil12,8%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil3,9%
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 7102,0%
Outras 6 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil54,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.