Buscar

Tudo do Radar

Luiz Carlos

Foto de Luiz Carlos de Mendonça Martins
Luiz Carlos
Luiz Carlos de Mendonça Martins (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PT
66 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior

Luiz Carlos (Luiz Carlos de Mendonça Martins) disputou 8 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, vice-prefeito, deputado estadual e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Mossoró em 2012; vereador de Mossoró em 2012, 2000 e 1996. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por RN: 7.952 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Mossoró/RN, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 22 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 15 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 15 mil em 2012 (57% com publicidade por materiais impressos) e R$ 34 mil em 2010.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

866 votos em 2016 · 8 eleições

A votação de Luiz Carlos de Mendonça Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 41 mil em receitas · R$ 41 mil em gastos contratados

Luiz Carlos declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Mossoró (RN) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 22 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 15 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Em 2012, 57% dos R$ 15 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, 56% dos R$ 34 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2016R$ 41 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 41 milcontratados
Gastos em 2012R$ 15 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2010, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2016Vereador, Mossoró (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 41 mil
12 doadores pessoas físicas
pessoas 52% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 41 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil36,3%
  • Materiais impressosR$ 9 mil22,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil12,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 4 mil10,5%
  • Outras 4 categoriasR$ 8 mil18,5%
2012Vereador, Mossoró (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 95% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil57,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil29,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil7,6%
  • Serviços de terceirosR$ 5003,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 3832,6%
2010Deputado estadual, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 76% · pessoas 18% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 19 mil55,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil12,1%
  • Materiais impressosR$ 4 mil11,0%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3 mil7,4%
  • Outras 4 categoriasR$ 5 mil13,6%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Mossoró (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
13 doadores pessoas físicas
pessoas 50% · empresas 22% · próprios 15% · outras 13%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil20,5%
  • Materiais impressosR$ 3 mil15,4%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 3 mil11,9%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil8,6%
  • Outras 6 categoriasR$ 10 mil43,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.