Prof Jorge Campos

Foto de Antonio Jorge Cunha Campos
Prof Jorge Campos
Antonio Jorge Cunha Campos (nome civil)
2 eleições entre 2008 e 2010 · último partido PTN
50 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Prof Jorge Campos (Antonio Jorge Cunha Campos) disputou 2 eleições entre 2008 e 2010, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por AM: 2.079 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2010 para deputado estadual por AM, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (29 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 10 mil.

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Evolução da votação nas eleições

2.079 votos em 2010 (anulados) · 2 eleições

A votação de Antonio Jorge Cunha Campos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 24 mil em receitas · R$ 24 mil em gastos contratados

Prof Jorge Campos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Manaus (AM) em 2008, e deputado estadual por Amazonas em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (29 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Em 2008, R$ 10 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 24 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 24 milcontratados
Gastos em 2008R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
29 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 54% · empresas 5% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil28,2%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil8,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 15 mil63,5%
2008Vereador, Manaus (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 20% · empresas 36% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil39,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil36,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 450,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil24,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

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