Marquinho da Trecus (Francisco Marcos Moreira Pinto) disputou 5 eleições entre 1996 e 2008, para vice-prefeito, deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de São Pedro da Aldeia em 2008; vereador de São Pedro da Aldeia em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RJ: 7.657 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 17 mil de doações privadas (23 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (R$ 12 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 2 mil).
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Evolução da votação nas eleições
7.657 votos em 2006 · 5 eleições
A votação de Francisco Marcos Moreira Pinto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2006: R$ 28 mil em receitas · R$ 28 mil em gastos contratados
Marquinho da Trecus declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 17 mil de doações privadas (23 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil).
partido e outras campanhas 11% · pessoas 61% · empresas 7% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 28 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Locação/cessão de bens móveisR$ 12 mil43,2%
Materiais impressosR$ 6 mil22,1%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil7,2%
Combustíveis e lubrificantesR$ 6542,3%
Outras 5 categoriasinclui R$ 39 lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil25,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vice-Prefeito · 2008ELEITO16.323LSão Pedro da Aldeia, Rio de Janeiro · 51 anos · Ensino fundamental completo · Comerciante · PSB · nº 15 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA424LSão Pedro da Aldeia, Rio de Janeiro · 43 anos · Ensino médio completo · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PSB · nº 40123 · ver resultado completo
Coligação: PSB / PSDB
Vereador · 1996SUPLENTE289LSão Pedro da Aldeia, Rio de Janeiro · 39 anos · Ensino médio completo · PSB · nº 40611 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.