Catarina Evangelista Faria Leopoldino

Foto de Catarina Evangelista Faria Leopoldino
Catarina Evangelista Faria Leopoldino
2 eleições entre 2018 e 2020 · último partido SOLIDARIEDADE
70 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE
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Catarina Leopoldino (Catarina Evangelista Faria Leopoldino) disputou 2 eleições entre 2018 e 2020, para vereadora e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por MG: 2.161 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Uberaba/MG, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 750 de outras campanhas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil), locação de imóveis (R$ 2 mil) e materiais de expediente (R$ 1 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 21 mil, 58% com militância e mobilização de rua.

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Evolução da votação nas eleições

103 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Catarina Evangelista Faria Leopoldino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 7 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos

Catarina Leopoldino declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Minas Gerais em 2018, e vereadora em Uberaba (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 750 de outras campanhas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil) e locação de imóveis (R$ 2 mil). Em 2018, 58% dos R$ 21 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2020R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 7 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 21 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Uberaba (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 10% · próprios 90%
Gasto contratado
R$ 7 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil33,6%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil20,1%
  • Materiais de expedienteR$ 1 mil13,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil13,4%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil19,5%
2018Deputada estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
doações de pessoas
FEFC 47% · pessoas 5% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 21 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 12 mil58,5%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil23,5%
  • Pré-instalação física de comitê de campanhaR$ 2 mil9,4%
  • Materiais impressosR$ 1 mil5,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 6262,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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