Dudui (Márcio José da Fonseca Lyra) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito, vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de São José da Laje em 2008; vereador de São José da Laje em 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em São José da Laje/AL: 6.244 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em São José da Laje/AL, declarou R$ 87 mil em receitas: R$ 69 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 87 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 28 mil), publicidade por carros de som (R$ 14 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 113 mil em 2012 (43% com serviços de terceiros) e R$ 89 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
5.496 votos em 2016 (anulados) · 6 eleições
A votação de Marcio José da Fonseca Lyra em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 87 mil em receitas · R$ 87 mil em gastos contratados
Dudui declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em São José da Laje (AL) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 87 mil em receitas: R$ 69 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 87 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 28 mil) e publicidade por carros de som (R$ 14 mil). Em 2012, 43% dos R$ 113 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2008, R$ 89 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 87 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 87 milcontratados
Gastos em 2012R$ 113 milcontratados, campanha encerrada
partido 21% · pessoas 71% · empresas 4% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 89 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 30 mil33,4%
Materiais impressosR$ 17 mil19,4%
Locação/cessão de bens móveisR$ 4 mil4,0%
Serviços de terceirosR$ 2 mil2,0%
Outras 4 categoriasinclui R$ 161 lançados como "diversas a especificar"R$ 37 mil41,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2016VOTOS ANULADOSINDEFERIDO COM RECURSO5.496LSão José da Laje, Alagoas · 51 anos · Parda · Ensino médio incompleto · Pecuarista · PTB · nº 14 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 2000—LSão José da Laje, Alagoas · 35 anos · Ensino médio completo · PL · nº 221 · situação constava como sub judice nos dados do TSE · ver a eleição
Coligação: PSB / PT / PTB / PL
Vereador · 1996ELEITO391LSão José da Laje, Alagoas · 31 anos · Dado Inexistente · PSD · nº 41610 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.