- PessoalR$ 8 mil43,5%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil22,0%
- Locação de imóveisR$ 1 mil5,2%
- Serviços de terceirosR$ 6003,1%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil26,1%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Junior Piolho (Walter Félix Cardoso Junior) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Arraial do Cabo em 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2012, para vereador em Arraial do Cabo/RJ: 888 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Arraial do Cabo/RJ, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 15 mil de outros recursos do partido e R$ 4 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com pessoal (R$ 8 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil) e locação de imóveis (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2012 e R$ 1 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Walter Felix Cardoso Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Junior Piolho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Arraial do Cabo (RJ) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 15 mil de outros recursos do partido e R$ 4 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com pessoal (R$ 8 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil). Em 2012, R$ 3 mil em gastos contratados; em 2008, 51% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com materiais de expediente.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.