Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Charles Brasil (Charles dos Santos Brasil) disputou 2 eleições entre 2008 e 2022, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Rio Branco/AC: 387 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por AC, declarou R$ 67 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 41 mil de outras campanhas e R$ 11 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 54 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 15 mil), serviços advocatícios (R$ 10 mil) e serviços contábeis (R$ 10 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 315.
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Evolução da votação nas eleições
384 votos em 2022 (anulados) · 2 eleições
A votação de Charles dos Santos Brasil em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 67 mil em receitas · R$ 54 mil em gastos
Charles Brasil declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Rio Branco (AC) em 2008, e deputado estadual por Acre em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 67 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 41 mil de outras campanhas e R$ 11 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 54 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 15 mil) e serviços advocatícios (R$ 10 mil). Em 2008, R$ 315 em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 67 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 54 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 315contratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2022VOTOS ANULADOSRENÚNCIA384GAC · 40 anos · Preta · Superior completo · Servidor Público Federal · PT · nº 13000 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.