- Materiais impressosR$ 6 mil79,7%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 80010,1%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 79710,0%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 140,2%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rosangela Candido (Rosangela Aparecida Candido) disputou 1 eleição, em 2018, para deputada estadual por RR, com 239 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputada estadual por RR, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 560 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 997 de outras campanhas, R$ 20 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 800) e combustíveis e lubrificantes (R$ 797).
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Rosangela Candido declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Roraima em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 560 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 997 de outras campanhas, R$ 20 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 800).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.