Luizinho do Hospital

Foto de Luiz de Sousa Santos
Luizinho do Hospital
Luiz de Sousa Santos (nome civil)
7 eleições entre 2002 e 2022 · último partido PSDB
58 anos em 2022 · Masculino · Ensino médio completo
Motorista de Veículos de Transporte de Carga

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luizinho do Hospital (Luiz de Sousa Santos) disputou 7 eleições entre 2002 e 2022, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RR: 2.097 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RR, declarou R$ 3 mil em receitas, do Fundo Partidário. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 19 mil em 2018 (53% com militância e mobilização de rua) e R$ 13 mil em 2006.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

196 votos em 2022 (anulados) · 7 eleições

A votação de Luiz de Sousa Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 3 mil em receitas

Luizinho do Hospital declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Roraima em 2006, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 3 mil em receitas, do Fundo Partidário. Em 2018, 53% dos R$ 19 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2006, R$ 13 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 19 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32006, 2018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2022Deputado federal, RoraimaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado federal, RoraimaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
sem doações de pessoas
partido 100%
Gasto contratado
R$ 19 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil52,6%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 5 mil26,3%
  • Materiais impressosR$ 4 mil21,0%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1menos de 0,1%
2006Deputado federal, RoraimaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 13 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892