Chico 2000

Foto de Francisco Carlos Amorim Silveira
Chico 2000
Francisco Carlos Amorim Silveira (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2024 · último partido PL
69 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Chico 2000 (Francisco Carlos Amorim Silveira) disputou 7 eleições entre 2000 e 2024, para vereador. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Cuiabá em 2024, 2020, 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2008, para vereador em Cuiabá/MT: 4.564 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Cuiabá/MT, declarou R$ 198 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 79 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 66 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 145 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil), militância e mobilização de rua (R$ 23 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 12 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 52 mil em 2020 e R$ 108 mil em 2016.

Vereador · 2024
3.098
votos · Cuiabá, Mato Grosso
ELEITO · MÉDIA
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

3.098 votos em 2024 (eleito) · 7 eleições

A votação de Francisco Carlos Amorim Silveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 198 mil em receitas · R$ 145 mil em gastos

Chico 2000 declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Cuiabá (MT) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 198 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 79 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 66 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 145 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 23 mil). Em 2020, R$ 52 mil em gastos; em 2016, 43% dos R$ 108 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2024R$ 198 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 145 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 52 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Cuiabá (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 198 mil
21 doadores pessoas físicas
FEFC 25% · partido e outras campanhas 1% · pessoas 40% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 145 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 48 mil33,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 23 mil15,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 12 mil8,0%
  • Serviços contábeisR$ 10 mil6,9%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 53 mil36,3%
2020Vereador, Cuiabá (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 94 mil
13 doadores pessoas físicas
pessoas 66% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 52 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 9 mil17,3%
  • Serviços contábeisR$ 8 mil15,3%
  • Materiais impressosR$ 7 mil13,8%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil9,6%
  • Outras 10 categoriasR$ 23 mil43,9%
2016Vereador, Cuiabá (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 108 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 95% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 108 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 47 mil43,1%
  • PessoalR$ 15 mil13,4%
  • Materiais impressosR$ 14 mil13,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil9,6%
  • Outras 9 categoriasR$ 22 mil20,6%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Cuiabá (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 105 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 21% · pessoas 24% · empresas 35% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 19 mil44,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil21,4%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 8 mil18,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil7,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil8,8%
2008Vereador, Cuiabá (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 103 mil
38 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 47% · empresas 19% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 103 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 10 mil9,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil5,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil4,9%
  • Materiais impressosR$ 4 mil3,4%
  • Outras 5 categoriasR$ 80 mil77,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892