Alisson Brito

Foto de Alisson Valério Brito
Alisson Brito
Alisson Valério Brito (nome civil)
4 eleições entre 2004 e 2016 · PV
39 anos em 2016 · Masculino · Superior incompleto
Relações-Públicas
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alisson Brito (Alisson Valério Brito) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por SC: 347 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em São Francisco do Sul/SC, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 100 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com pessoal (R$ 3 mil), serviços de terceiros (R$ 2 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 600). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 100, 100% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

43 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Alisson Valério Brito em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Alisson Brito declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Francisco do Sul (SC) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 100 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com pessoal (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Em 2008, 100% dos R$ 100 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados
Gastos em 2008R$ 100contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2016Vereador, São Francisco do Sul (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 3 mil43,1%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil32,0%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 6009,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5008,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 4567,3%
2008Vereador, São Francisco do Sul (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 150
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 100
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 100100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892