Alex Melo

Foto de Marcos Alex Azevedo de Melo
Alex Melo
Marcos Alex Azevedo de Melo (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2024 · último partido AVANTE
63 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Municipal
redes informadas ao TSE

Alex Melo (Marcos Alex Azevedo de Melo) disputou 7 eleições entre 2000 e 2024, para vereador, prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Campo Grande em 2012, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Campo Grande/MS: 8.482 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 15 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), serviços de terceiros (R$ 4 mil) e publicidade por adesivos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 167 mil em 2016 (55% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 33 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

1.508 votos em 2024 · 7 eleições

A votação de Marcos Alex Azevedo de Melo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 17 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos

Alex Melo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2006, vereador em Campo Grande (MS) em 2008, 2012 e 2024, e prefeito em Campo Grande (MS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 15 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e serviços de terceiros (R$ 4 mil). Em 2016, 55% dos R$ 167 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2012, R$ 33 mil em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 17 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 167 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 87%
Gasto contratado
R$ 15 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 4 mil30,3%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil27,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil23,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil13,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 8305,6%
2016Prefeito, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 117 mil
26 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 26% · partido 6% · pessoas 47% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 167 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 92 mil54,8%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 58 mil34,5%
  • Materiais impressosR$ 9 mil5,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil3,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 4 mil2,3%
2012Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 147 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 4% · empresas 46% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12 mil37,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil22,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 7 mil21,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil6,1%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 200 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil12,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 65 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 81% · empresas menos de 1% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 65 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 25 mil38,8%
  • Materiais impressosR$ 10 mil15,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil12,9%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil6,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 18 mil26,9%
2006Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 78 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 9% · empresas 70% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 78 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 18 mil22,4%
  • Materiais impressosR$ 14 mil17,4%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil13,3%
  • AlimentaçãoR$ 5 mil6,7%
  • Outras 9 categoriasR$ 31 mil40,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892