- Materiais impressosR$ 44 mil84,6%
- Serviços de terceirosR$ 8 mil15,4%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 13menos de 0,1%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Davina Veloso (Davina Gonçalves Cordeiro Veloso) disputou 4 eleições entre 1996 e 2018, para deputada federal, vereadora e prefeita. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de São Pedro do Piauí em 2008; prefeita de São Pedro do Piauí em 2000 e 1996. A maior votação foi em 1996, para prefeita em São Pedro do Piauí/PI: 4.084 votos. Na campanha de 2018 para deputada federal por PI, declarou R$ 84 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil), serviços de terceiros (R$ 8 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 13). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Davina Gonçalves Cordeiro Veloso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Davina Veloso declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em São Pedro do Piauí (PI) em 2008, e deputada federal por Piauí em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 84 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil) e serviços de terceiros (R$ 8 mil). Em 2008, R$ 1 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.