- PessoalR$ 336 mil54,1%
- Materiais impressosR$ 116 mil18,7%
- Serviços advocatíciosR$ 74 mil11,9%
- Locação de imóveisR$ 25 mil4,0%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 47 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 70 mil11,2%
Segundo o Radar do Voto, Padre Kelmon (PL) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 21.411 votos, pelo resultado oficial do TSE. Padre Kelmon (Kelmon Luís da Silva Souza) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para deputado federal, presidente e vice-presidente. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para presidente: 81.129 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 237 mil do Fundo Partidário, R$ 25 mil de outros recursos do partido e R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 621 mil, principalmente com pessoal (R$ 336 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 116 mil) e serviços advocatícios (R$ 74 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 1,5 milhão, 84% com serviços de terceiros.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Kelmon Luis da Silva Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Padre Kelmon declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: presidente em 2022, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 237 mil do Fundo Partidário, R$ 25 mil de outros recursos do partido e R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 621 mil, principalmente com pessoal (R$ 336 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 116 mil); R$ 474 mil já foram pagos. Em 2022, 84% dos R$ 1,5 milhão em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.