Padre Kelmon

Foto de Kelmon Luis da Silva Souza
Padre Kelmon
Kelmon Luis da Silva Souza (nome civil)
2 eleições entre 2022 e 2026 · último partido PL
50 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Sacerdote Ou Membro de Ordem Ou Seita Religiosa
Candidato a Deputado Federal · São Paulo · Eleições 2026 · PL · nº 2202
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, Padre Kelmon (PL) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 21.411 votos, pelo resultado oficial do TSE. Padre Kelmon (Kelmon Luís da Silva Souza) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para deputado federal, presidente e vice-presidente. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para presidente: 81.129 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 237 mil do Fundo Partidário, R$ 25 mil de outros recursos do partido e R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 621 mil, principalmente com pessoal (R$ 336 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 116 mil) e serviços advocatícios (R$ 74 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 1,5 milhão, 84% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

21.411 votos em 2026 · 2 eleições

A votação de Kelmon Luis da Silva Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PresidenteDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 1,5 milhão em receitas · R$ 621 mil em gastos contratados

Padre Kelmon declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: presidente em 2022, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 237 mil do Fundo Partidário, R$ 25 mil de outros recursos do partido e R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 621 mil, principalmente com pessoal (R$ 336 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 116 mil); R$ 474 mil já foram pagos. Em 2022, 84% dos R$ 1,5 milhão em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.

Receitas em 2026R$ 1,5 milhãoparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 621 milcontratados, parcial; R$ 474 mil pagos
Gastos em 2022R$ 1,5 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22022 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
3 doadores pessoas físicas
FEFC 82% · Fundo Partidário 16% · partido 2% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 621 mil
pago até agora: R$ 474 mil (76%)
  • PessoalR$ 336 mil54,1%
  • Materiais impressosR$ 116 mil18,7%
  • Serviços advocatíciosR$ 74 mil11,9%
  • Locação de imóveisR$ 25 mil4,0%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 47 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 70 mil11,2%
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
sem doações de pessoas
FEFC 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 1,3 milhão84,2%
  • PessoalR$ 107 mil7,0%
  • Passagem aéreaR$ 40 mil2,6%
  • Serviços contábeisR$ 30 mil1,9%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 66 mil4,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892