- Serviços de terceirosR$ 20 mil46,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil18,9%
- Serviços contábeisR$ 5 mil11,8%
- Materiais impressosR$ 4 mil10,4%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil12,5%
Leidinara Marques (Leidinara Ferreira Marques) disputou 1 eleição, em 2024, para vereadora em Cachoeira do Sul/RS, com 388 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Em 2026, concorre a deputada estadual por RS pelo PDT. Na campanha de 2026 para deputada estadual por RS, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 160 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 20 mil), militância e mobilização de rua (R$ 8 mil) e serviços contábeis (R$ 5 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2024, já encerrada, gastou R$ 1 mil, 46% com publicidade por materiais impressos.
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A votação de Leidinara Ferreira Marques em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Leidinara Marques declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Cachoeira do Sul (RS) em 2024, e deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 160 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 20 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 8 mil); R$ 42 mil já foram pagos. Em 2024, 46% dos R$ 1 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.