Mestre Cleber

Foto de Cleber Luciano Salandin
Mestre Cleber
Cleber Luciano Salandin (nome civil)
2 eleições entre 2010 e 2016 · último partido PSDC
40 anos em 2016 · Masculino · Superior incompleto
Professor e Instrutor de Formação Profissional
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Mestre Cleber (Cleber Luciano Salandin) disputou 2 eleições entre 2010 e 2016, para vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Curitiba/PR: 631 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Curitiba/PR, declarou R$ 363 em receitas: R$ 263 de outras campanhas e R$ 100 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 363, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 263) e serviços de terceiros (R$ 100). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 630.

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Evolução da votação nas eleições

631 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Cleber Luciano Salandin em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 363 em receitas · R$ 363 em gastos contratados

Mestre Cleber declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Paraná em 2010, e vereador em Curitiba (PR) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 363 em receitas: R$ 263 de outras campanhas e R$ 100 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 363, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 263) e serviços de terceiros (R$ 100). Em 2010, R$ 630 em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 363campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 363contratados
Gastos em 2010R$ 630contratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2016Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 363
doações de pessoas
partido e outras campanhas 72% · pessoas 28%
Gasto contratado
R$ 363
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 26372,5%
  • Serviços de terceirosR$ 10027,5%
2010Deputado federal, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 630
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 630
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 630100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892