- PessoalR$ 363 mil55,6%
- Materiais impressosR$ 175 mil26,7%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 70 mil10,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 15 mil2,3%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 750 lançados como "diversas a especificar"R$ 30 mil4,6%
Segundo o Radar do Voto, Otávio Gomes (PSD) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 28.868 votos, pelo resultado oficial do TSE. Otávio Gomes (Otávio Augusto Giantomassi Gomes) disputou 3 eleições entre 2016 e 2026, para deputado federal, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Ilha Solteira em 2020; vice-prefeito de Ilha Solteira em 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por SP: 28.868 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 515 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 572 mil de outros recursos do partido, R$ 506 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 152 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 653 mil, principalmente com pessoal (R$ 363 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 175 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 70 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 116 mil, 49% com pessoal.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Otávio Augusto Giantomassi Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Otávio Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Ilha Solteira (SP) em 2020, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 515 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 572 mil de outros recursos do partido, R$ 506 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 152 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 653 mil, principalmente com pessoal (R$ 363 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 175 mil); R$ 291 mil já foram pagos. Em 2020, 49% dos R$ 116 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.