Alberto do PT (Alberto Cruz Kuendig) disputou 6 eleições entre 1994 e 2012, para prefeito, vice-prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Maracaju em 2008. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Maracaju/MS: 7.106 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Maracaju/MS, declarou R$ 257 mil em receitas: R$ 218 mil de outras campanhas, R$ 31 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 168 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 70 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 40 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 27 mil).
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Evolução da votação nas eleições
3.352 votos em 2012 · 6 eleições
A votação de Alberto Cruz Kuendig em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 257 mil em receitas · R$ 168 mil em gastos contratados
Alberto do PT declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Maracaju (MS) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 257 mil em receitas: R$ 218 mil de outras campanhas, R$ 31 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 168 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 70 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 40 mil).
partido e outras campanhas 85% · pessoas 12% · empresas menos de 1% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 168 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 70 mil42,0%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 40 mil23,9%
Combustíveis e lubrificantesR$ 27 mil16,2%
ComíciosR$ 7 mil4,2%
Outras 6 categoriasinclui R$ 10 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 23 mil13,7%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2008ELEITO9.975LMaracaju, Mato Grosso do Sul · 50 anos · Superior completo · Bancário e Economiário · PT · nº 14 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Prefeito · 2004NÃO ELEITO7.106LMaracaju, Mato Grosso do Sul · 46 anos · Superior completo · Bancario e Economiario · PT · nº 13 · ver resultado completo
Prefeito · 2000NÃO ELEITO5.255LMaracaju, Mato Grosso do Sul · 42 anos · Superior completo · Bancario e Economiario · PT · nº 13 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE2.598GMS · 40 anos · Superior completo · Bancário e Economiário · PT · nº 13131 · ver resultado completo
Coligação: PAN / PC do B / PDT / PPS / PSB / PT
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE2.565GMS · 36 anos · Bancario · PT · nº 13131 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.