- PessoalR$ 213 mil48,3%
- Locação de imóveisR$ 20 mil4,4%
- Materiais impressosR$ 7 mil1,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil0,9%
- Outras 10 categoriasR$ 198 mil44,8%
Sarah Botelho (Sarah Monalisa da Silva Botelho Lima) disputou 1 eleição, em 2024, para vereadora em Tangará da Serra/MT e foi eleita com 986 votos. Em 2026, concorre a deputada federal por MT pelo PSD. Na campanha de 2026 para deputada federal por MT, declarou R$ 541 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 41 mil de doações privadas (15 doadores). Os gastos contratados somam R$ 442 mil, principalmente com pessoal (R$ 213 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 150 mil) e locação de imóveis (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2024, já encerrada, gastou R$ 11 mil, 69% com militância e mobilização de rua.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sarah Monalisa da Silva Botelho Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sarah Botelho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Tangará da Serra (MT) em 2024, e deputada federal por Mato Grosso em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 541 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 41 mil de doações privadas (15 doadores). Os gastos contratados somam R$ 442 mil, principalmente com pessoal (R$ 213 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 150 mil); R$ 323 mil já foram pagos. Em 2024, 69% dos R$ 11 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.