Zé Carlos (José Carlos da Silva) disputou 1 eleição, em 2012, para vereador em São Paulo/SP, com 5.881 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 244 mil em receitas: R$ 166 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 21 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 125 de empresas e R$ 57 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 116 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 41 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 21 mil).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 244 mil em receitas · R$ 116 mil em gastos contratados
Zé Carlos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em São Paulo (SP) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 244 mil em receitas: R$ 166 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 21 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 125 de empresas e R$ 57 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 116 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 41 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil).
partido e outras campanhas 68% · pessoas 9% · empresas menos de 1% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 116 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 41 mil35,3%
Materiais impressosR$ 24 mil20,9%
Combustíveis e lubrificantesR$ 21 mil18,1%
Publicidade por carros de somR$ 4 mil3,1%
Outras 7 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil22,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.