Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Geraldinho (Geraldo Lopes da Silva) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Presidente Bernardes/SP, com 65 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Presidente Bernardes/SP, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 115 de outras campanhas, R$ 300 de doações privadas e R$ 700 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 630), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 200) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 100).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados
Geraldinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Presidente Bernardes (SP) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 115 de outras campanhas, R$ 300 de doações privadas e R$ 700 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 630) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 200).
partido e outras campanhas 10% · pessoas 27% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 63056,5%
Serviços próprios prestados por terceirosR$ 20017,9%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1009,0%
Publicidade por adesivosR$ 403,6%
Outras 2 categoriasinclui R$ 115 lançados como "diversas a especificar" e R$ 30 doados a outros candidatos e partidosR$ 14513,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.