Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Jucicleber (Jucicleber Francisco da Silva Castro) disputou 2 eleições entre 2012 e 2018, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Macapá/AP: 1.131 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por AP, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 9 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 3 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 31 mil, 61% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
685 votos em 2018 (anulados) · 2 eleições
A votação de Jucicleber Francisco da Silva Castro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 24 mil em receitas · R$ 24 mil em gastos
Professor Jucicleber declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2012, e deputado federal por Amapá em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 9 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil). Em 2012, 61% dos R$ 31 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2018R$ 24 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 24 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 31 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 3% · pessoas 46% · empresas 11% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 19 mil60,5%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 4 mil12,9%
Correspondências e despesas postaisR$ 4 mil11,3%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil8,9%
Outras 1 categoriaR$ 2 mil6,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2018VOTOS ANULADOSINDEFERIDO685GAP · 47 anos · Preta · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PT · nº 1310 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.