- PessoalR$ 1,4 milhão61,9%
- Materiais impressosR$ 339 mil14,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 30 mil1,3%
- Serviços de terceirosR$ 23 mil1,0%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 75 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 471 mil20,8%
Misael Varella (Misael Artur Ferreira Varella) disputou 4 eleições entre 2012 e 2022, para deputado federal e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2022, 2018 e 2014. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MG: 258.363 votos. Em 2026, concorre a 1º suplente por MG pelo PSD. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 265,1 milhões empenhados em 119 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 83 municípios; 83% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado federal por MG, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 1,6 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil de outros recursos do partido, R$ 372 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 338 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,4 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 339 mil) e publicidade por adesivos (R$ 149 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,9 milhão em 2018 e R$ 1,6 milhão em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Misael Artur Ferreira Varella em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Misael Varella declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 1,6 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil de outros recursos do partido, R$ 372 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 338 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,4 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 339 mil). Em 2018, R$ 1,9 milhão em gastos; em 2014, R$ 1,6 milhão em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Misael Varella teve R$ 265,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 119 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 83 municípios. Já foram pagos R$ 219,8 milhões (83%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (63%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Muriaé, Matipó e Ubá. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 133,7 milhões em 16 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 75,4 milhões em 55 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 56 milhões em 48 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 38,3 milhões | R$ 18,6 milhões | 49% | 5 | 29 |
| 2025 | R$ 57,8 milhões | R$ 37,1 milhões | 64% | 3 | 31 |
| 2024 | R$ 37,7 milhões | R$ 36,9 milhões | 98% | 8 | 39 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 133,7 milhões | R$ 92,7 milhões | 69% | 16 | 64 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.