Cleide Padilha

Foto de Cleide da Silva
Cleide Padilha
Cleide da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2012 · último partido PSB
48 anos em 2012 · Feminino · Superior completo
Administrador
Comparar ›

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cleide Padilha (Cleide da Silva) disputou 3 eleições entre 2008 e 2012, para vereadora e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por SP: 441 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2010 para deputada estadual por SP, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 13 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 975). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 14 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

54 votos em 2012 · 3 eleições

A votação de Cleide da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 16 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos contratados

Cleide Padilha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Diadema (SP) em 2008, e deputada estadual por São Paulo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 13 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 975). Em 2008, R$ 14 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 16 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 16 milcontratados
Gastos em 2008R$ 14 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Outras origens
2010Deputada estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 84%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9756,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 15 mil93,8%
2008Vereadora, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 21% · pessoas 67% · outras 12%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil18,2%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 2 mil12,8%
  • AlimentaçãoR$ 4933,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1020,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 9 mil64,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Cleide da Silva (Cleide Padilha): candidaturas e votos · Radar do Voto