Marcilene Jacinto

Foto de Marcilene Jacinto Queiroz
Marcilene Jacinto
Marcilene Jacinto Queiroz (nome civil)
5 eleições entre 2008 e 2018 · PHS
44 anos em 2018 · Feminino · Superior completo
Vereador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcilene Jacinto (Marcilene Jacinto Queiroz) disputou 5 eleições entre 2008 e 2018, para deputada estadual, vereadora e 1º suplente senadora. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de Patrocínio em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por MG: 13.990 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por MG, declarou R$ 336 mil em receitas: R$ 225 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 467 de outros recursos do partido e R$ 106 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 327 mil, principalmente com pessoal (R$ 246 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil) e comícios (R$ 12 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 15 mil em 2016 (46% com pessoal) e R$ 18 mil em 2012.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

13.990 votos em 2018 · 5 eleições

A votação de Marcilene Jacinto Queiroz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 336 mil em receitas · R$ 327 mil em gastos

Marcilene Jacinto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Patrocínio (MG) em 2008, 2012 e 2016, e deputada estadual por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 336 mil em receitas: R$ 225 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 467 de outros recursos do partido e R$ 106 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 327 mil, principalmente com pessoal (R$ 246 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil). Em 2016, 46% dos R$ 15 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, R$ 18 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 336 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 327 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 15 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputada estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 336 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 67% · Fundo Partidário 1% · partido menos de 1% · pessoas 32%
Gasto contratado
R$ 327 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 246 mil75,3%
  • Materiais impressosR$ 34 mil10,5%
  • ComíciosR$ 12 mil3,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 12 mil3,6%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil6,9%
2016Vereadora, Patrocínio (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 66% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 7 mil46,4%
  • Materiais impressosR$ 4 mil29,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil9,9%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 1 mil7,9%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 9606,4%
2012Vereadora, Patrocínio (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 62% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil26,6%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 4 mil22,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 4 mil20,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil13,5%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil16,6%
Ver a campanha anterior
2008Vereadora, Patrocínio (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 8% · empresas 7% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil44,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil33,6%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 4005,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3003,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil13,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleita em 2008, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892