- Serviços de terceirosR$ 42043,3%
- Materiais impressosR$ 40441,7%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 14515,0%

Diego do Miguel (Diego Pereira Rodrigues) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Santa Rosa de Goiás/GO, com 64 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Santa Rosa de Goiás/GO, declarou R$ 969 em receitas: R$ 69 de outras campanhas, R$ 420 de doações privadas (3 doadores) e R$ 480 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 969, principalmente com serviços de terceiros (R$ 420), publicidade por materiais impressos (R$ 404) e combustíveis e lubrificantes (R$ 145).
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Diego do Miguel declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Santa Rosa de Goiás (GO) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 969 em receitas: R$ 69 de outras campanhas, R$ 420 de doações privadas (3 doadores) e R$ 480 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 969, principalmente com serviços de terceiros (R$ 420) e publicidade por materiais impressos (R$ 404).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.