Rose Figueiredo

Foto de Rosilene da Cruz Figueiredo
Rose Figueiredo
Rosilene da Cruz Figueiredo (nome civil)
3 eleições entre 2018 e 2024 · último partido AVANTE
46 anos em 2024 · Feminino · Superior completo
Administrador
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Rose Figueiredo (Rosilene da Cruz Figueiredo) disputou 3 eleições entre 2018 e 2024, para vereadora e deputada estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por RJ: 449 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Maricá/RJ, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 683 de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 570) e publicidade por materiais impressos (R$ 480). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 4 mil, 99% com serviços próprios prestados por terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

94 votos em 2020 (anulados) · 3 eleições

A votação de Rosilene da Cruz Figueiredo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 4 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos

Rose Figueiredo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Rio de Janeiro em 2018, e vereadora em Maricá (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 683 de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 570) e publicidade por materiais impressos (R$ 480). Em 2018, 99% dos R$ 4 mil em gastos foram com serviços próprios prestados por terceiros.

Gastos em 2020R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32018, 2020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2024Vereadora, Maricá (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Vereadora, Maricá (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 84%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 57054,3%
  • Materiais impressosR$ 48045,7%
2018Deputada estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido 100%
Gasto contratado
R$ 4 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 4 mil98,5%
  • HospedagemR$ 591,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892