Gomes Mororó

Foto de Francisco Jose Gomes
Gomes Mororó
Francisco Jose Gomes (nome civil)
7 eleições entre 2004 e 2018 · último partido PSOL
54 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gomes Mororó (Francisco José Gomes) disputou 7 eleições entre 2004 e 2018, para deputado federal, prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por CE: 4.343 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por CE, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 14 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 800 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 7 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 17 mil em 2016 e R$ 18 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

2.588 votos em 2018 · 7 eleições

A votação de Francisco Jose Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 15 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos contratados

Gomes Mororó declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Ceará em 2006, 2014 e 2018, e prefeito em Pacajus (CE) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 14 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 800 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 7 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Em 2016, R$ 17 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 18 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 15 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 16 milcontratados
Gastos em 2016R$ 17 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, CearáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
doações de pessoas
FEFC 95% · pessoas 5%
Gasto contratado
R$ 16 mil
pago: R$ 14 mil (88%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 7 mil43,7%
  • Materiais impressosR$ 4 mil23,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil12,3%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil10,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil10,0%
2016Prefeito, Pacajus (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 5% · pessoas 2% · próprios 93%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil26,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil23,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil8,4%
  • PessoalR$ 1 mil7,8%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil34,0%
2014Deputado federal, CearáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
doações de pessoas
pessoas 6% · próprios 94%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil26,4%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil20,8%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil11,4%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil8,6%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil32,9%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Prefeito, Pacajus (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 17% · próprios 83%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil35,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil19,9%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil19,9%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil9,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil14,7%
2008Prefeito, Pacajus (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 18% · próprios 82%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil33,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5504,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 590,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 7 mil61,3%
2006Deputado federal, CearáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
pessoas 10% · empresas 28% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil56,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 60010,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4107,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1001,7%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 146 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil24,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892