- Materiais impressosR$ 16 mil51,8%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 6 mil19,4%
- Serviços de terceirosR$ 5 mil14,6%
- Correspondências e despesas postaisR$ 3 mil10,3%
- Outras 2 categoriasR$ 1 mil3,9%
Segundo o Radar do Voto, Dorlei (PDT) ficou como suplente de deputado estadual por Santa Catarina em 2026, com 830 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dorlei (Dorlei João Antunes) disputou 11 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, prefeito, vereador, vice-prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de São Francisco do Sul em 2008; vereador de São Francisco do Sul em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SC: 12.288 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SC, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil do Fundo Partidário e R$ 400 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 6 mil) e serviços de terceiros (R$ 5 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 6 mil em 2024 (100% com militância e mobilização de rua) e R$ 45 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Dorlei João Antunes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dorlei declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Santa Catarina em 2010, vereador em São Francisco do Sul (SC) em 2016 e 2020, deputado estadual por Santa Catarina em 2022 e 2026, e prefeito em São Francisco do Sul (SC) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil do Fundo Partidário e R$ 400 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 6 mil); R$ 30 mil já foram pagos. Em 2024, 100% dos R$ 6 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2022, 42% dos R$ 45 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.