Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Coronel Alexandre (Fabio Alexandre Santos França) disputou 2 eleições entre 2018 e 2022, para deputado estadual e vice-governador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RO, declarou R$ 153 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 20 mil de outras campanhas e R$ 33 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 153 mil, principalmente com pessoal (R$ 47 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 40 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 20 mil).
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Evolução da votação nas eleições
1.792 votos em 2022 · 2 eleições
A votação de Fabio Alexandre Santos França em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
GovernadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 153 mil em receitas · R$ 153 mil em gastos
Coronel Alexandre declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Rondônia em 2022. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 153 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 20 mil de outras campanhas e R$ 33 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 153 mil, principalmente com pessoal (R$ 47 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 40 mil).
Receitas em 2022R$ 153 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 153 milcampanha encerrada; tudo pago
Fundo Partidário 65% · partido e outras campanhas 13% · pessoas 22%
Gasto contratado
R$ 153 mil
tudo pago (100%)
PessoalR$ 47 mil30,5%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 40 mil26,2%
Cessão ou locação de veículosR$ 20 mil13,3%
Serviços de terceirosR$ 16 mil10,3%
Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 30 mil19,7%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2022SUPLENTE1.792GRO · 49 anos · Parda · Superior incompleto · Membro das Forças Armadas · PL · nº 22190 · ver resultado completoprestação de contas
Vice-Governador · 2018NÃO ELEITO18.809GRO · 45 anos · Branca · Superior completo · Policial Militar · PRTB · nº 28 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.