Pedro Carlos

Foto de Pedro Carlos Carreira
Pedro Carlos
Pedro Carlos Carreira (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PMDB
52 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pedro Carlos (Pedro Carlos Carreira) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Soledade de Minas em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2008, para vereador em Soledade de Minas/MG: 129 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Soledade de Minas/MG, declarou R$ 200 em receitas: R$ 100 de outras campanhas e R$ 100 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 200, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 200). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 281 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 118 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

95 votos em 2016 (anulados) · 5 eleições

A votação de Pedro Carlos Carreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 200 em receitas · R$ 200 em gastos contratados

Pedro Carlos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Soledade de Minas (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 200 em receitas: R$ 100 de outras campanhas e R$ 100 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 200, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 200). Em 2012, 100% dos R$ 281 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 118 em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 200campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 200contratados
Gastos em 2012R$ 281contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2016Vereador, Soledade de Minas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 200
doações de pessoas
partido e outras campanhas 50% · pessoas 50%
Gasto contratado
R$ 200
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 200100,0%
2012Vereador, Soledade de Minas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 281
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 281
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 281100,0%
2008Vereador, Soledade de Minas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 118
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 118
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 118100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892