- Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil40,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil27,8%
- Serviços de terceirosR$ 88010,2%
- Materiais impressosR$ 1802,1%
- Materiais impressosR$ 1051,2%
- Outras 5 categoriasR$ 2 mil18,2%
Zé Roberto (José Roberto Barros) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Iguatemi/MS, com 103 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Iguatemi/MS, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 160 de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 4 mil), militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil).
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Zé Roberto declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Iguatemi (MS) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 160 de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 4 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 2 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.