- Materiais impressosR$ 3 mil51,6%
- Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil33,4%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 80012,4%
- Serviços de terceirosR$ 450,7%
- Outras 2 categoriasinclui R$ 100 lançados como "diversas a especificar"R$ 1221,9%

Fatima Umbelino (Maria de Fatima Gonçalves Umbelino dos Santos) disputou 1 eleição, em 2014, para deputada estadual por BA, com 655 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputada estadual por BA, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 498 de outras campanhas e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 800).
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Fatima Umbelino declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Bahia em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 498 de outras campanhas e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.