- Materiais impressosR$ 1,3 milhão36,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 617 mil16,9%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 550 mil15,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 375 mil10,2%
- Outras 11 categoriasR$ 779 mil21,3%
Segundo o Radar do Voto, Veneziano (MDB) foi eleito senador pela Paraíba em 2026, com 974.550 votos, pelo resultado oficial do TSE. Veneziano (Veneziano Vital do Rêgo Segundo Neto) disputou 11 eleições entre 1996 e 2026, para senador, governador, prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 7 vezes: senador em 2026 e 2018; deputado federal em 2014; prefeito de Campina Grande em 2008 e 2004; vereador de Campina Grande em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2026, para senador por PB: 974.550 votos. No Senado Federal, teve R$ 353,1 milhões empenhados em 148 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 201 municípios; 91% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para senador por PB, declarou R$ 3,7 milhões em receitas: R$ 2,8 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 730 mil de outros recursos do partido e R$ 147 mil de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3,7 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1,3 milhão), militância e mobilização de rua (R$ 617 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 550 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7,1 milhões em 2022 e R$ 2,1 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Veneziano Vital do Rego Segundo Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Veneziano declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Campina Grande (PB) em 2008 e 2016, deputado federal por Paraíba em 2014, senador por Paraíba em 2018 e 2026, e governador por Paraíba em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,7 milhões em receitas: R$ 2,8 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 730 mil de outros recursos do partido e R$ 147 mil de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3,7 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1,3 milhão) e militância e mobilização de rua (R$ 617 mil); R$ 2,9 milhões já foram pagos. Em 2022, R$ 7,1 milhões em gastos contratados; em 2018, R$ 2,1 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Veneziano teve R$ 353,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 148 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 201 municípios. Já foram pagos R$ 320,4 milhões (91%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (49%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Campina Grande, Sobrado e Pombal. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 201,8 milhões em 37 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 108,9 milhões em 54 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 42,4 milhões em 57 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 64,5 milhões | R$ 54,6 milhões | 85% | 9 | 107 |
| 2025 | R$ 67,8 milhões | R$ 64,9 milhões | 96% | 13 | 133 |
| 2024 | R$ 68,2 milhões | R$ 65,9 milhões | 97% | 12 | 65 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 200,5 milhões | R$ 185,4 milhões | 92% | 34 | 173 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.