- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 17 mil42,5%
- PessoalR$ 9 mil23,5%
- Locação de imóveisR$ 4 mil10,0%
- Serviços de terceirosR$ 4 mil8,8%
- Materiais impressosR$ 1 mil3,1%
- Outras 5 categoriasR$ 5 mil12,2%
Silvia Viana (Silvia Maria da Silva Viana) disputou 1 eleição, em 2018, para deputada federal por RR, com 282 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputada federal por RR, declarou R$ 56 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil do Fundo Partidário e R$ 12 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 17 mil), pessoal (R$ 9 mil) e locação de imóveis (R$ 4 mil).
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Silvia Viana declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Roraima em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 56 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil do Fundo Partidário e R$ 12 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 17 mil) e pessoal (R$ 9 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.