Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Keila Farias (Keila dos Santos Farias Francisco) disputou 1 eleição, em 2014, para deputada estadual por SC, com 98 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputada estadual por SC, declarou R$ 16 mil em receitas, de empresas. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 9 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e preparação de campanha e instalação física de comitês de campanha (R$ 1 mil).
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 16 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos contratados
Keila Farias declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Santa Catarina em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 16 mil em receitas, de empresas. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 9 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil).
Preparação de campanha e instalação física de comitês de campanhaR$ 1 mil8,0%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil7,1%
Outras 4 categoriasR$ 2 mil14,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 201498não eleitoGSC · 36 anos · Branca · Ensino médio completo · PSC · nº 20220 · ver resultado completoprestação de contas
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.