- Materiais impressosR$ 13 mil12,3%
- PessoalR$ 12 mil11,2%
- Locação de imóveisR$ 3 mil2,9%
- Outras 4 categoriasR$ 76 mil73,6%
Daniel Martins (Daniel Marcos Barbiratto de Almeida) disputou 3 eleições entre 2016 e 2024, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por RJ: 25.468 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, indicou R$ 3,2 milhões em 12 emendas estaduais ao orçamento de 2026, para 7 municípios; 0% desse valor já foi pago. Na campanha de 2024 para vereador em Rio de Janeiro/RJ, declarou R$ 89 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outros recursos do partido e R$ 82 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 103 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 64 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e pessoal (R$ 12 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 550 mil em 2022 (58% com pessoal) e R$ 94 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Daniel Marcos Barbiratto de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Daniel Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2016 e 2024, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 89 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outros recursos do partido e R$ 82 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 103 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 64 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil). Em 2022, 58% dos R$ 550 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, R$ 94 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Daniel Martins indicou R$ 3,2 milhões em 12 emendas estaduais ao orçamento de 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 7 municípios. Até a coleta na fonte, 0% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Segov (32%). As cidades que mais receberam foram São João da Barra, Campos dos Goytacazes e São Francisco de Itabapoana.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 3,2 milhões | R$ 0 | 0% | 12 | 7 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: ALERJ / SEPLAG-RJ — Emendas parlamentares impositivas (bases de detalhe 2024-2026 + execução), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio de Janeiro e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio de Janeiro e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.