Tote da Padaria (Luiz Carlos Garrido) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Indiana em 2004. A maior votação foi em 2004, para vereador em Indiana/SP: 165 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Indiana/SP, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 132 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 920 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 600), cessão ou locação de veículos (R$ 300) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 200). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 421 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 727 em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
57 votos em 2016 · 5 eleições
A votação de Luiz Carlos Garrido em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados
Tote da Padaria declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Indiana (SP) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 132 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 920 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 600) e cessão ou locação de veículos (R$ 300). Em 2012, 100% dos R$ 421 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 727 em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 421contratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 9% · pessoas 6% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 727
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 21329,3%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 8611,9%
Outras 2 categoriasinclui R$ 125 lançados como "diversas a especificar"R$ 42858,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2008SUPLENTE48LIndiana, São Paulo · 40 anos · Ensino médio completo · Padeiro, Confeiteiro e Assemelhados · PDT · nº 12103 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004ELEITO165LIndiana, São Paulo · 36 anos · Ensino médio completo · Comerciante · PDT · nº 12103 · ver resultado completoprestação de contas
Vice-Prefeito · 2000NÃO ELEITO232LIndiana, São Paulo · 32 anos · Ensino médio completo · Proprietário de Microempresa · PDT · nº 121 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.