Wlad

Foto de Wladimir Afonso da Costa Rabelo
Wlad
Wladimir Afonso da Costa Rabelo (nome civil)
5 eleições entre 2002 e 2018 · último partido SOLIDARIEDADE
54 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Deputado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Wlad (Wladimir Afonso da Costa Rabelo) disputou 5 eleições entre 2002 e 2018, para senador e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2014, 2010, 2006 e 2002. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por PA: 236.514 votos. No Senado Federal, teve R$ 51,8 milhões empenhados em 15 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 19 municípios; 86% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para senador por PA, declarou R$ 362 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 62 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 318 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 143 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 60 mil) e publicidade por adesivos (R$ 60 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 642 mil em 2014 e R$ 498 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

165.986 votos em 2018 (anulados) · 5 eleições

A votação de Wladimir Afonso da Costa Rabelo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 362 mil em receitas · R$ 318 mil em gastos contratados

Wlad declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Pará em 2006, 2010 e 2014, e senador por Pará em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 362 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 62 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 318 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 143 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 60 mil). Em 2014, R$ 642 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 498 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 362 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 318 milcontratados
Gastos em 2014R$ 642 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Senador, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 362 mil
sem doações de pessoas
FEFC 83% · partido e outras campanhas 17%
Gasto contratado
R$ 318 mil
pago: R$ 297 mil (93%)
  • Materiais impressosR$ 143 mil45,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 60 mil18,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 60 mil18,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 38 mil11,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 17 mil5,3%
2014Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 642 mil
273 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 40% · pessoas 5% · empresas 55% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 642 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • ComíciosR$ 133 mil20,6%
  • Materiais impressosR$ 106 mil16,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 85 mil13,2%
  • Serviços de terceirosR$ 74 mil11,5%
  • Outras 10 categoriasR$ 245 mil38,2%
2010Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 498 mil
50 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 40% · pessoas 2% · empresas 50% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 498 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 152 mil30,6%
  • Materiais impressosR$ 89 mil17,8%
  • ComíciosR$ 51 mil10,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 43 mil8,5%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 164 mil33,0%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 232 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas menos de 1% · empresas 99%
Gasto contratado
R$ 232 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 105 mil45,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 26 mil11,1%
  • Serviços de terceirosR$ 18 mil7,6%
  • PessoalR$ 16 mil7,1%
  • Outras 13 categoriasR$ 67 mil28,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 51,8 milhões empenhados · 86% pago · 15 emendas em 19 municípios

Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263

No Senado Federal, Wlad teve R$ 51,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 15 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 19 municípios. Já foram pagos R$ 44,7 milhões (86%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (66%). As cidades que mais receberam foram Belém, Breu Branco e Capitão Poço.2

EmpenhadoR$ 51,8 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 44,7 milhões86% do empenhado, com restos a pagar
Emendas15individuais
Municípios19diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 15,4 milhõesR$ 15,4 milhões100%20
2018R$ 14,8 milhõesR$ 8,7 milhões59%21
2017R$ 12 milhõesR$ 9,7 milhões81%29
2016R$ 9,6 milhõesR$ 9,4 milhões98%910
TotalR$ 51,8 milhõesR$ 43,2 milhões83%1519

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 33,9 milhões65,5%
  2. 2Desporto e LazerR$ 8,4 milhões16,3%
  3. 3Organização AgráriaR$ 5,7 milhões11,1%

Municípios que mais receberam

  1. 1BelémR$ 11,5 milhões22,2%
  2. 2Breu BrancoR$ 836 mil1,6%
  3. 3Capitão PoçoR$ 836 mil1,6%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892