Carlos Emilio

Foto de Carlos Emilio de Oliveira
Carlos Emilio
Carlos Emilio de Oliveira (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · último partido PV
46 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Motorista de Veículos de Transporte Coletivo de Passageiros
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carlos Emilio (Carlos Emilio de Oliveira) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Pium I/MG: 15 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Pium I/MG, declarou R$ 460 em receitas: R$ 200 de doações privadas e R$ 260 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 460, principalmente com serviços de terceiros (R$ 200), combustíveis e lubrificantes (R$ 160) e cessão ou locação de veículos (R$ 100). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 973, 57% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

15 votos em 2016 (anulados) · 2 eleições

A votação de Carlos Emilio de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 460 em receitas · R$ 460 em gastos contratados

Carlos Emilio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Pium I (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 460 em receitas: R$ 200 de doações privadas e R$ 260 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 460, principalmente com serviços de terceiros (R$ 200) e combustíveis e lubrificantes (R$ 160). Em 2012, 57% dos R$ 973 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 460campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 460contratados
Gastos em 2012R$ 973contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Pium I (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 460
doações de pessoas
pessoas 44% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 460
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 20043,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 16034,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10021,8%
2012Vereador, Pium I (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 28% · pessoas 30% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 973
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 55757,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 30731,5%
  • Materiais impressosR$ 11011,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892