Fernando Lucas

Foto de Luiz Fernando Amaral Lucas
Fernando Lucas
Luiz Fernando Amaral Lucas (nome civil)
2 eleições entre 2010 e 2014 · último partido PRP
39 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Empresário

Fernando Lucas (Luiz Fernando Amaral Lucas) disputou 2 eleições entre 2010 e 2014, para senador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para senador por SP: 118.758 votos. Na campanha de 2014 para senador por SP, declarou R$ 101 mil em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com pessoal (R$ 38 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 19 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 16 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 847 mil, 42% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

118.758 votos em 2014 · 2 eleições

A votação de Luiz Fernando Amaral Lucas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 101 mil em receitas · R$ 101 mil em gastos contratados

Fernando Lucas declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2010, e senador por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 101 mil em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com pessoal (R$ 38 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 19 mil). Em 2010, 42% dos R$ 847 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2014R$ 101 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 101 milcontratados
Gastos em 2010R$ 847 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2014Senador, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 101 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 101 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 38 mil37,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 19 mil18,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 16 mil16,0%
  • Materiais impressosR$ 10 mil9,8%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil17,5%
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 847 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 10% · empresas 63% · próprios 21% · outras 6%
Gasto contratado
R$ 847 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 355 mil41,9%
  • Serviços de terceirosR$ 209 mil24,7%
  • Materiais impressosR$ 125 mil14,7%
  • Materiais de expedienteR$ 28 mil3,3%
  • Outras 13 categoriasR$ 130 mil15,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892