- Materiais impressosR$ 578 mil98,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil1,7%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Doutora Juliana (Juliana Rodrigues de Oliveira) disputou 6 eleições entre 1998 e 2018, para deputada estadual, vereadora e deputada federal. Ela foi eleita 1 vez: deputada estadual em 2014. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por AC: 5.990 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2018 para deputada estadual por AC, declarou R$ 602 mil em receitas: R$ 260 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 328 mil do Fundo Partidário, R$ 600 de outras campanhas e R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 588 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 578 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 299 mil em 2014 (76% com publicidade por materiais impressos) e R$ 61 mil em 2010.
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A votação de Juliana Rodrigues de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Doutora Juliana declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Acre em 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 602 mil em receitas: R$ 260 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 328 mil do Fundo Partidário, R$ 600 de outras campanhas e R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 588 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 578 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil). Em 2014, 76% dos R$ 299 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 61 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.