- Publicidade por adesivosR$ 3 mil25,5%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 3 mil25,2%
- Materiais impressosR$ 3 mil22,0%
- Serviços de terceirosR$ 2 mil14,6%
- Outras 5 categoriasR$ 2 mil12,6%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alexandre Esmera (Alexandre Lobo Esmera dos Santos) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Salvador/BA, com 962 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Salvador/BA, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 376 do Fundo Partidário, R$ 657 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 3 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Alexandre Esmera declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Salvador (BA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 376 do Fundo Partidário, R$ 657 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 3 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 3 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.