Fabinho

Foto de Fabio Mendes Gloria
Fabinho
Fabio Mendes Gloria (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PMDB
50 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Policial Civil

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fabinho (Fábio Mendes Glória) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Cachoeiro de Itapemirim em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por ES: 9.398 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Cachoeiro de Itapemirim/ES, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 928) e serviços de terceiros (R$ 530). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil, 47% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

133 votos em 2016 (anulados) · 7 eleições

A votação de Fabio Mendes Gloria em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Fabinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Espírito Santo em 2006, e vereador em Cachoeiro de Itapemirim (ES) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 928). Em 2006, 47% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2008R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados
Gastos em 2006R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2008Vereador, Cachoeiro de Itapemirim (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 38% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil55,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 92826,9%
  • Serviços de terceirosR$ 53015,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 892,6%
2006Deputado federal, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
pessoas 47% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil46,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 4006,2%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 200,3%
  • Materiais de expedienteR$ 2menos de 0,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil46,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892