Alexandre Padilha

Foto de Alexandre Rocha Santos Padilha
Alexandre Padilha
Alexandre Rocha Santos Padilha (nome civil)
3 eleições entre 2014 e 2022 · PT
51 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE

Alexandre Padilha (Alexandre Rocha Santos Padilha) disputou 3 eleições entre 2014 e 2022, para deputado federal e governador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2022 e 2018. A maior votação foi em 2014, para governador por SP: 3.888.584 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 81,7 milhões empenhados em 61 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 60 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado federal por SP, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 382 mil de doações privadas (48 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 426 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 120 mil) e publicidade por adesivos (R$ 40 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,1 milhão em 2018 (57% com pessoal) e R$ 48 milhões em 2014.

Deputado Federal · 2022
140.037
votos · SP
ELEITO
Mandato até 2026
4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

140.037 votos em 2022 (eleito) · 3 eleições

A votação de Alexandre Rocha Santos Padilha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

GovernadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 2,2 milhões em receitas · R$ 2,2 milhões em gastos

Alexandre Padilha declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: governador por São Paulo em 2014, e deputado federal por São Paulo em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 382 mil de doações privadas (48 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 426 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 120 mil). Em 2018, 57% dos R$ 1,1 milhão em gastos contratados foram com pessoal; em 2014, 52% dos R$ 48 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2022R$ 2,2 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 2,2 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 1,1 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas32014, 2018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2022Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,2 milhões
48 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 82% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 17%
Gasto contratado
R$ 2,2 milhões
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 426 mil19,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 120 mil5,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 40 mil1,8%
  • Serviços advocatíciosR$ 30 mil1,4%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 146 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 1,4 milhão doados a outros candidatos e partidosR$ 1,6 milhão71,9%
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
20 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 87% · pessoas 13%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
pago: R$ 1 milhão (91%)
  • PessoalR$ 646 mil57,2%
  • Serviços de terceirosR$ 229 mil20,3%
  • Materiais impressosR$ 129 mil11,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 36 mil3,2%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 51 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 90 mil8,0%
2014Governador, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22,7 milhões
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 92% · pessoas menos de 1% · empresas 8%
Gasto contratado
R$ 48 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 25 milhões52,1%
  • Materiais impressosR$ 4,9 milhões10,2%
  • PessoalR$ 4,7 milhões9,9%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 4 milhões8,3%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 9,3 milhões19,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 81,7 milhões empenhados · 95% pago · 61 emendas em 60 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Alexandre Padilha teve R$ 81,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 61 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 60 municípios. Já foram pagos R$ 77,5 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (64%). As cidades que mais receberam foram São Paulo, Rio de Janeiro e São Bernardo do Campo.2

EmpenhadoR$ 81,7 milhõesorçamentos de 2020 a 2023
PagoR$ 77,5 milhões95% do empenhado, com restos a pagar
Emendas61individuais
Municípios60diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2023R$ 32 milhõesR$ 31,1 milhões97%1129
2022R$ 17,9 milhõesR$ 17,1 milhões96%1416
2021R$ 16 milhõesR$ 15,1 milhões94%1818
2020R$ 15,5 milhõesR$ 14 milhões90%1522
TotalR$ 81,4 milhõesR$ 77,3 milhões95%5860

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 52,5 milhões64,3%
  2. 2Encargos EspeciaisR$ 8,9 milhões10,9%
  3. 3EducaçãoR$ 6,2 milhões7,6%

Municípios que mais receberam

  1. 1São PauloR$ 7,7 milhões9,5%
  2. 2Rio de JaneiroR$ 2,5 milhões3,1%
  3. 3São Bernardo do CampoR$ 2,5 milhões3,1%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2018 e 2022

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892