Mario Heins (Mário Celso Heins) disputou 7 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Santa Bárbara D Oeste em 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Santa Bárbara D Oeste/SP: 51.225 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Santa Bárbara D Oeste/SP, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 725 de outros recursos do partido, R$ 20 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil), publicidade por adesivos (R$ 6 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 9 mil em 2012 (92% com publicidade por materiais impressos) e R$ 153 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
11.185 votos em 2016 · 7 eleições
A votação de Mario Celso Heins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 27 mil em receitas · R$ 27 mil em gastos contratados
Mario Heins declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, e prefeito em Santa Bárbara D Oeste (SP) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 725 de outros recursos do partido, R$ 20 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e publicidade por adesivos (R$ 6 mil). Em 2012, 92% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 153 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 27 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 27 milcontratados
Gastos em 2012R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 4% · pessoas 2% · empresas 79% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 6 mil18,0%
Materiais impressosR$ 5 mil15,0%
Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil13,0%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil12,6%
Outras 9 categoriasinclui R$ 128 lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil41,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.