Ana Verli

Foto de Ana Maria Verli da Silveira
Ana Verli
Ana Maria Verli da Silveira (nome civil)
3 eleições entre 2000 e 2010 · último partido PSDB
50 anos em 2010 · Feminino · Superior completo
Pedagogo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ana Verli (Ana Maria Verli da Silveira) disputou 3 eleições entre 2000 e 2010, para deputada federal e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para vereadora em Pelotas/RS: 147 votos. Na campanha de 2010 para deputada federal por RS, declarou R$ 400 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 393, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 250), publicidade por materiais impressos (R$ 75) e publicidade por jornais e revistas (R$ 55). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil.

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Evolução da votação nas eleições

113 votos em 2010 (anulados) · 3 eleições

A votação de Ana Maria Verli da Silveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 400 em receitas · R$ 393 em gastos contratados

Ana Verli declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Pelotas (RS) em 2008, e deputada federal por Rio Grande do Sul em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 400 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 393, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 250) e publicidade por materiais impressos (R$ 75). Em 2008, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 400campanha encerrada
Gastos em 2010R$ 393contratados
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2010Deputada federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 400
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 393
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 25063,6%
  • Materiais impressosR$ 7519,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5514,0%
  • AlimentaçãoR$ 102,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 30,8%
2008Vereadora, Pelotas (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido 19% · próprios 81%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 35015,2%
  • Materiais impressosR$ 2008,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 944,0%
  • Serviços de terceirosR$ 803,5%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 83 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil68,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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