Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Walter Rodrigues (Walter Rodrigues Filho) disputou 2 eleições entre 2010 e 2014, para deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 22.154 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por MG, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 41 mil de doações privadas (29 doadores) e R$ 1,9 milhão de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,4 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 192 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 124 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1,8 milhão, 63% com pessoal.
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Evolução da votação nas eleições
20.134 votos em 2014 · 2 eleições
A votação de Walter Rodrigues Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 2 milhões em receitas · R$ 2 milhões em gastos contratados
Walter Rodrigues declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 41 mil de doações privadas (29 doadores) e R$ 1,9 milhão de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,4 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 192 mil). Em 2010, 63% dos R$ 1,8 milhão em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2014R$ 2 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 2 milhõescontratados
Gastos em 2010R$ 1,8 milhãocontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 2% · empresas menos de 1% · próprios 98%
Gasto contratado
R$ 1,8 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 1,2 milhão63,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 151 mil8,3%
Materiais impressosR$ 138 mil7,6%
Transporte ou deslocamentoR$ 129 mil7,0%
Outras 14 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 251 mil13,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2010VOTOS ANULADOSINDEFERIDO22.154GMG · 50 anos · Superior completo · Advogado · PDT · nº 12512 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.