Alexandre Piá

Foto de Alexandre Luzio da Silva
Alexandre Piá
Alexandre Luzio da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2014 e 2020 · último partido PMN
47 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Vigilante

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alexandre Piá (Alexandre Luzio da Silva) disputou 3 eleições entre 2014 e 2020, para vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RJ: 110 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Mesquita/RJ, declarou R$ 145 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 145, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 145). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 75% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

14 votos em 2020 (anulados) · 3 eleições

A votação de Alexandre Luzio da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 600 em gastos

Alexandre Piá declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2014, e vereador em Mesquita (RJ) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 145 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 145, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 145). Em 2020, 50% dos R$ 600 em gastos foram com serviços advocatícios; em 2014, 75% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Gastos em 2020R$ 600campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 145contratados, campanha encerrada
Campanhas32014, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2020Vereador, Mesquita (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
R$ 600
tudo pago (100%)
  • Serviços advocatíciosR$ 30050,0%
  • Serviços contábeisR$ 30050,0%
2016Vereador, Mesquita (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 145
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 145
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 145100,0%
2014Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil74,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 75024,5%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 200,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892